Aprendi a respeitar mais a literatura brasileira ― sobretudo a contemporanea. Nesses últimos dois dias li O filho da mãe, de Bernardo Carvalho, que faz parte de um projeto da editora Companhia das Letras chamado AMORES EXPRESSOS ― vários autores ficaram um mês em algum canto do mundo para escrever um livro e Bernardo foi em São Petersburgo, na Rússia.

Enquanto há uma guerra, o autor desenvolve outro tema: a maternidade. “As mães tem mais a ver com as guerras do que imaginam”. Nas vésperas de do tricentenário da cidade-máscara de um país de problemáticas, foi no mínimo digno expor a realidade do lugar no meio dos dramas das famílias que tentam salvar seus filhos da guerra.

Via tablet .Para o Henrique, if you know.